Não Foi Acidente / It Was Not An Accident

Com receita anual de $34 bilhões de dólares em 2017, a Vale SA é a maior mineradora de ferro do mundo. Depois do rompimento da barragem de Fundão, da mineradora Samarco (controlada pela Vale e BHP), em Bento Rodrigues (Mariana, MG), que matou 19 pessoas em Novembro de 2015, a Vale reafirmou a população do distrito de Córrego do Feijão (Brumadinho, MG), que a barragem da mina estava segura. Mas isso não era verdade.

With annual revenue of $34 billion in 2017, Vale SA now ranks as the world's largest iron-ore miner. After the 2015 Samarco dam collapse, in Bento Rodrigues (Mariana, MG) which ranked as Brazil's worst environmental disaster at the time killing 19 people, Vale had reassured everyone that the Córrego do Feijão mine (Brumadinho, MG) was safe. But that was not true.

Brumadinho

A barragem I da mina Córrego do Feijão da Vale SA, em Brumadinho (MG), rompeu em Janeiro de 2019, configurando o pior crime socioambiental do Brasil. Córrego do Feijão, distrito de Brumadinho, foi arrasado pelo mar de lama tóxica da Vale. 248 corpos foram resgatados e 22 pessoas estão desaparecidas, presumidamente mortas.

Brumadinho dam collapsed in early 2019 and it's the worst ever socioambiental crime in Brazil. Brumadinho municipality and Córrego do Feijão district were devastated by the lava-like sea of mud that came from Vale SA iron-ore mine. 248 bodies were rescued and more than 22 people were missing and presumed dead.

O Resgate de Regência

Vila capixaba luta para se reerguer 30 meses após o crime da Samarco (Novembro, 2015). Resistência está na essência dos descendentes dos índios botocudos que moram às margens do rio Doce. Tripla documentação em: fotografia, texto e vídeo.

A village in Espírito Santo struggles to rebuild itself 30 months after the Samarco crime (November, 2015). Resistance is at the heart of the descendants of the Botocudos indigenous people who live on the banks of Rio Doce. Triple documentation: photographs, article and video.